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[Info] 10 Things You Didn’t Know About Tim Cook

Apple CEO Tim Cook announces a new iPad during an Apple announcement in San Francisco in March, 2012.


A few months after Steve Jobs took his first leave of absence from Apple in early 2009, Wall Street started to fall for Apple’s acting CEO Tim Cook.

Gene Munster, a prominent Apple analyst, told The Wall Street Journal in June of that year that Cook was even more essential to Apple’s future, from an investor perspective, than Jobs. “At this point,” he said, “losing Tim Cook would be a bigger deal to investors than if Steve Jobs stepped aside.”

That may have been welcome news for Cook and Apple at the time, but at least one person was unhappy: Steve Jobs.

“When Jobs heard about the press’s sterling evaluation of Cook’s performance, he hit the roof,” Yukari Iwatani Kane writes in her new book, Haunted Empire: Apple After Steve Jobs. “Cook had done an excellent job, but the leadership and skill he showed in doing so was unsettling.”

In Kane’s telling, based on interviews with current and former Apple employees, Jobs got upset at Cook and shouted: “I’m the CEO!” Cook was “unfazed” and “slipped back into the shadows” until he eventually took over as permanent CEO two years later.

This episode sheds a light on Jobs’ thinking about naming a successor and Cook’s careful maneuvering before, during and after the transition to become CEO of what was then one of the most valuable companies in the world. Jobs is portrayed in the book as genuinely wanting Apple to be successful in his absence, but perhaps not too successful. Cook, on the other hand, is portrayed as being a strong manager capable of steering the ship, but not someone likely to overshadow Jobs’ legacy.

“If Jobs was the star,” Kane writes, “then Cook was the stage manager.”

(In an unusual move, Cook issued a statement slamming the book as “nonsense” that “fails to capture Apple, Steve or anyone else in the company.”)

Wall Street doesn’t praise Cook’s performance quite as much these days. The company’s stock soared to new highs early on in Cook’s tenure, but has since tumbled back down to the low $500-range. Investors and consumers alike are waiting to see whether Apple can continue to innovate and release another breakthrough product. In short, Kane writes, Apple “now teeters at the edge of a reckoning.”

Whether the company falls off the edge depends in large part on a CEO who remains a mystery to many inside and outside the company. Cook is frequently described in the press with the same few (sometimes contradicting) words: Calm. Meticulous. Incredibly demanding. A machine who doesn’t need sleep.

Kane’s book sheds a little more like on Cook’s life and character through interviews with colleagues and people who’ve known him over the years, as well as stitching together second-hand materials. Here are a few of the things we learned about Apple’s CEO:

1. Tim Cook’s first job was delivering newspapers as a teenager — the Press-Register, a publication in his home state of Alabama. He also worked part-time with his mom at a local pharmacy.

2. His first experience running a company came while he was still in school at Auburn University. While working at Reynolds Aluminum as part of an educational program, the company laid off much of its staff. He ended up working closely with the president to help oversee the company.

3. Cook wanted to be an engineer. He studied industrial engineering in college and was described by one teacher as “a solid B-plus or A-minus student.”

4. Cook may have had grand ambitions to be rise to the top from his first days at the company. He broke with tradition for operations executives at the company and requested to have a “small office kitty-corner” to Steve Jobs’ office. “Few people thought much of it at the time,” Kane writes, “but they would later look back at it as an indication of the new leader’s ambition.”

5. Cook reportedly referred to himself as the “Attila the Hun of inventory.”

6. Over the years, recruiters have approached Cook with offers to serve as the CEO of other big tech companies like Dell and Motorola. He never budged.

7. Cook can be nearly as devastating in his dealings with staff as his predecessor Steve Jobs. He isn’t one for small talk. Instead, he grills employees by asking the same question over-and-over, or else waiting silently for long periods of time for a satisfactory answer, all while nursing a can of Mountain Dew or an energy bar. On one occasion, he calmly told a planner: “Your numbers make me want to jump out that window over there.”

8. Cook called his mother every week even when he was traveling around the world to handle issues with Apple’s supply chain. (Extra fact: his parents never used computers.)

9. He is very frugal both as a manager and in his personal life. Cook lived in a rental for years without air conditioning and, apparently, buys his underwear at Nordstrom’s half-yearly sale. As a manager, he is described as someone who “would haggle over a nickel to drive profits.”

10. Cook shied away from personal dealings with employees and worked out a different gym. However, as CEO, he does eat lunch with random employees in the Apple cafeteria, something Jobs rarely did.

BONUS: Tim Cook claims to not have a fear of failing. “If you start fearing things, then you don’t try anything new or different,” he once said in an interview with his alumni magazine. “If it doesn’t work out, it’s not the end of my world. I’ll go ride my bike.”


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[Info] Como o Windows poderia ser gratuito, assim como o OS X

Texto de Felipe Ventura para a Gizmodo Brasil (24 de outubro de 2013)
Há pelo menos dez anos, só duas empresas cobram dos consumidores por seu sistema operacional: Microsoft e Apple. As alternativas baseadas em Linux – incluindo o Chrome OS, do Google – sempre foram gratuitas, assim como o FreeBSD.

No entanto, Microsoft e Apple vêm, pouco a pouco, oferecendo seus sistemas por menos. O preço do OS X caiu de US$ 30 para US$ 20 na versão Mountain Lion. O Windows 8 foi oferecido como atualização a um preço excepcionalmente baixo: R$ 69 (até R$ 29, dependendo do caso).

Este ano, os preços caíram ainda mais, e chegaram a zero. Esta semana, o OS X Mavericks se tornou um download gratuito. O Windows 8.1 também é, mas só para quem já tinha a versão 8.0; senão você precisa pagar R$ 410. Ou seja, a Microsoft agora é a única empresa que cobra pelo sistema operacional – mas isso poderia mudar.
(Obviamente, estamos falando aqui apenas sobre OS para consumidores. Para clientes corporativos, as opções pagas ainda são muitas: IBM z/OS, RedHat Enterprise, QNX Neutrino RTOS e outros dos quais talvez você nunca tenha ouvido falar.)
Grátis é fácil… para a Apple
Em se tratando de consumidores, a Apple sinalizou que não deve mais cobrar pelo sistema operacional. “Grátis é bom”, diz Craig Federighi, vice-presidente da Apple. Na keynote de lançamento, ele anunciou que esta é “uma nova era para os Macs”. A atualização é gratuita para todos os que rodam Snow Leopard (lançado em 2009), e o Mavericks funciona em qualquer Mac lançado a partir de 2007.

Como nota Austin Carr, da Fast Company, a Apple “colocou o preço do sistema operacional para desktop em linha com seu OS móvel”. Se você não paga para atualizar o iPhone, por que pagar para atualizar o Mac? E para a Apple, o benefício de manter seus produtos atualizados – seja um celular ou laptop – é semelhante. Além de aumentar a segurança, isso garante a compatibilidade de apps: desenvolvê-los apenas para o OS X/iOS mais recente não será problema.
Isso, no entanto, é um problema para a Microsoft. 77% dos usuários ainda estão no Windows 7 ou XP. O Windows 8 chegou a apenas 8% dos usuários. Os apps Metro só funcionam na versão mais recente do sistema. Para aumentar esse market share, a Microsoft poderia oferecer o Windows 8.x de graça? Não é tão fácil assim.
Oferecer o OS X de graça não é traumático para a Apple porque ela não é uma empresa que depende de vender software. Ela ganha alguns milhões com isso, claro, porém há muito mais dinheiro em jogo na venda de hardware – iPhones, iPads e Macs.
Na Microsoft, por sua vez, o Windows ainda rende muito dinheiro. Sim, outros produtos se tornam ainda mais importantes: nos tempos do Vista, 47% da receita vinham do sistema operacional; no ano passado, só 25%, segundo a Wired. Mas como a Microsoft deixaria de cobrar por um produto que lhe rendeu US$ 19 bilhões só no ano passado?
É por esse e outros motivos que a Microsoft quer se reposicionar como uma empresa de dispositivos e serviços. A Apple, por sua vez, já é uma empresa de dispositivos e serviços: o OS X é gratuito, mas não o MacBook; e há todo um ecossistema de serviços – iCloud, iTunes, e a própria App Store – para prender o usuário, e para ganhar dinheiro.
A Microsoft, se for esperta, pode fazer algo semelhante. Há algumas alternativas que ela pode explorar, mas a transição não seria fácil.
Windows de graça para alguns
Além dos empecilhos para a Microsoft que mencionamos antes, é preciso ter em mente que ela não atua sozinha no mercado: ela depende das parceiras de hardware. São as fabricantes que pagam por boa parte das licenças do Windows, e são elas que levam o OS ao mercado.
Por um lado, elas oferecem o Windows “de graça” aos usuários: o valor da licença está embutido no preço. O mesmo vale para o OS X nos Macs. Mas não é disso que estamos falando: não só o OS X é de graça, como todas as atualizações futuras também devem ser.
Por outro lado, os computadores da Apple são muito mais caros que PCs correspondentes. Mas pense: se você comprar um PC high-end e caro, talvez você precise pagar se quiser atualizá-lo para uma futura versão (Windows 9?).
Então por que não garantir aos PCs high-end uma atualização gratuita? Eles teriam direito a receber a próxima grande versão do Windows. A Microsoft poderia oferecer à fabricante uma licença especial do Windows, mais cara, que desse essa garantia de update – e ela seria inclusa em computadores mais caros. Claro, quem comprar um PC mais barato não iria gostar disso.
Windows de graça para todos
Ou talvez a Microsoft pudesse oferecer o Windows de graça, mas só para o usuário final. Ou seja, você poderia fazer o download de graça, ou comprá-lo na caixinha a preço de custo. No entanto, as fabricantes ainda teriam que pagar se quisessem colocá-lo em PCs novos. O que elas vão fazer, se rebelar e mudar para o Linux? (O Ubuntu ainda tem participação pequena; o Chrome OS seria uma ameaça apenas no low-end.)
Isso iria contra o que a Microsoft faz há anos: acredita-se que ela cobra caro pelo Windows na caixinha para não desestimular a venda de PCs novos. (“Para que trocar de PC, quando eu posso só atualizar e deixar o meu como novo?”) Mas seria essa uma atitude correta na era pós-PC? As vendas de computador já estão baixas. Elas realmente cairiam mais se os usuários pudessem atualizar o Windows sem pagar por isso?
Os clientes corporativos também pagariam por uma licença do Windows, já que ele continua valioso em empresas. Além do mais, a divisão de Servidores e produtos voltados para clientes empresariais – como o Azure – estão se tornando mais importantes para a Microsoft. Dessa forma, ela poderia oferecer o Windows aos consumidores comuns de graça, enquanto lucra das fabricantes e tambémdas empresas. (Nota: o OS X Mavericks Server ainda custa US$ 20.)
E ao fazer isso, a Microsoft expandiria a base de usuários e poderia lucrar com os apps, o que ela já faz na Windows Store: 30% da receita vão para ela (ou 20%, dependendo do caso). Isso também vale para os serviços integrados ao sistema, como Xbox Music e Skype. Obviamente, não é tão fácil assim: por exemplo, usuários do OS X estão acostumados a pagar por apps; no Windows, é bom que haja uma versão gratuita.
Mesmo assim, o potencial é grande, e os números oficiais dão uma boa perspectiva. A Microsoft disse em maio que vendeu 100 milhões de licenças do Windows 8. Até meados do ano passado, a base de usuários do OS X era de 66 milhões. Mais usuários = mais compras de apps = mais $$$. Talvez.
É assim que a Microsoft pode se tornar uma empresa de serviços. E quanto aos dispositivos? É uma aposta mais complicada. Ela tem o Surface; caso ela se dedique pesadamente a ele, talvez provoque as parceiras de hardware. Só que a Microsoft precisa do apoio delas para fazer o Windows vingar. Por isso não dá para liberar o Windows de graça e contar com a venda de Surfaces – alguém tem que pagar para o OS ser feito.
Windows pago (por enquanto)
As sugestões acima podem soar plausíveis ou malucas, dependendo de quem vê. Mas para a Microsoft, elas podem ser desnecessárias – pelo menos por enquanto. Afinal, cobrando pelo Windows ela vendeu 100 milhões de licenças. Claro, isso deve incluir as atualizações a preço baixo, mas por que oferecer de graça se os clientes estão pagando?
O Windows ainda sofre na batalha pela era pós-PC, mas para vencê-la, talvez ser gratuito não resolva a situação. Sim, a Microsoft aparentemente deu desconto no pacote Windows + Office para fabricantes de tablets pequenos (8 polegadas), mas ela ainda recebe dinheiro com isso.
“Em time que está ganhando não se mexe”, diz o ditado. O Windows não está ganhando, mas ainda não perdeu.
E o Office?
Ontem, a Apple também anunciou que vai oferecer o pacote iWork de graça para quem comprou um Mac a partir de 1º de outubro. Pages, Numbers e Keynote antes custavam US$ 10 cada. (O Microsoft Office custa a partir de R$ 239, e também está disponível por assinatura.)
Isto não representa, por si só, uma ameaça para o Office: afinal, esses apps já eram baratos e a suíte da Microsoft ainda domina boa parte do mercado. Mas eles reforçam a estratégia da Apple de oferecer um ecossistema completo aos usuários.
O Windows Phone já vem com Office; tablets com Windows RT também. Por que não embuti-lo em PCs novos a um preço mais camarada para as fabricantes? (Ela já faz isso para tablets de 8″.) Oferecê-lo de graça para todos os consumidores seria loucura – nem a Apple fez isso com o iWork – mas seria uma boa forma de estimular a venda de computadores novos se o Windows fosse gratuito.
Cada vez faz menos sentido pagar por um sistema operacional. (Os piratas que o digam!) A Apple acabou de tirar mais uma justificativa para isso. Resta ver o que a Microsoft fará.

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